Principais cidades

Lisboa

Lisboa

É a capital, com cerca de dois milhões e meio de habitantes, incluindo as áreas periféricas da cidade. A formação de Lisboa conta com mais de vinte séculos de história. A par da modernidade e do cosmopolitismo, a cidade oferece ainda a vida típica dos antigos bairros lisboetas, integrada na característica arquitetura medieval, com ruas estreitas, onde as velhas casas co-habitam ao lado de antigos palácios e grandiosas igrejas.

Lisboa tem sido palco de vários eventos internacionais, desde espetáculos culturais a organizações de provas desportivas. Em 1998 acolheu a última Exposição Mundial do Século XX, a EXPO’98, subordinada ao tema “Os Oceanos: Uma Herança para o Futuro”.

Porto

Porto

A segunda principal cidade do país é o Porto, importante burgo desde a Idade Média e que concedeu o nome a Portugal – Portucalle. Situado na foz do rio Douro, com o seu centro histórico classificado como Património da Humanidade pela UNESCO, a cidade deve em muito a fama ao vinho que transporta o seu nome pelo mundo. Com características típicas muito acentuadas, o Porto é conhecido pelo dinamismo da sua vida empresarial e cultural.

 

Coimbra

Coimbra

É uma das mais antigas cidades universitárias da Europa. Tem mantido as tradições seculares académicas, como as capas negras dos estudantes, o som envolvente do fado característico de Coimbra e a célebre cerimónia da “Queima das Fitas”. A universidade está localizada na parte mais alta da cidade, com a sua torre famosa e uma biblioteca sumptuosa, de estilo barroco, que contém uma preciosa coleção de livros e manuscritos antigos e um importante Centro Tecnológico. Foi considerada em 2013 Património Mundial da Humanidade.

Braga 

Braga

Foi fundada pelos Celtas por volta de 300 AC e tornou-se um importante centro administrativo ao longo do período da invasão romana. Posteriormente, durante a ocupação moura do século IX, a cidade foi um baluarte do Cristianismo. Braga é um importante polo industrial, particularmente na área têxtil (um dos principais motores da exportação nacional). Braga é um dos mais relevantes centros religiosos do país e onde se encontra a mais antiga catedral portuguesa, a Sé de Braga.

Viseu

Viseu

As origens de Viseu remontam à época castreja e, com a Romanização, ganhou grande importância devido ao entroncamento de estradas romanas. Viseu está associada à figura de Viriato, já que se pensa que este herói lusitano tenha talvez nascido nesta região. Depois da ocupação romana na península, seguiu-se a elevação da cidade a sede de diocese, já em domínio visigótico, no século VI. No século VIII, foi ocupada pelos muçulmanos, como a maioria das povoações ibéricas, e durante a reconquista da península foi alvo de ataques e contra-ataques alternados entre cristãos e mouros. No século XV, Viseu é doada ao Infante D. Henrique, na sequência da concessão do título de Duque de Viseu. No século XVI, em 1513, D. Manuel I renova o foral de Viseu, e assiste-se à sua expansão em pouco tempo. É neste século que vive Vasco Fernandes, um importante pintor português cuja obra se encontra espalhada por várias igrejas da região e no Museu Grão Vasco, perto da Sé.

Évora

evora

A cidade teve o nome de Ebora Cerealis durante o império romano, tomando o nome de Liberalitas Julia no tempo do imperador Júlio César, sendo então já uma cidade importante, como o demonstram as ruínas de um templo clássico e os vestígios de muralhas romanas. Conquistada aos Mouros em 1165 por Geraldo Sem Pavor, data em que se restaurou a sua diocese, foi residência régia durante largos períodos, essencialmente nos reinados de D.João II, D.Manuel I e D.João III. O seu prestígio foi particularmente notável no século XVI, quando foi elevada a metrópole eclesiástica e fundada a Universidade de Évora (afeta à Companhia de Jesus), pelo Cardeal Infante D.Henrique, primeiro Arcebispo da cidade. Esta foi extinta em 1759 (e só seria restaurada cerca de dois séculos depois), na sequência da expulsão dos Jesuítas do país, por ordem do Marquês de Pombal. Évora é testemunho de diversos estilos e estéticas, sendo ao longo do tempo dotada de obras de arte a ponto de ser classificada pela UNESCO, em 1986, como Património Comum da Humanidade.

Faro

Faro

É a capital da região mais a sul do país, o Algarve, famoso pelas suas praias. A cidade tem uma muralha medieval, vários monumentos e museus, e é a porta para um cenário rico em casas caiadas de branco e chaminés coloridas e trabalhadas.

 

 

 

Funchal

Funchal

O povoamento iniciou-se em 1424, quando a ilha da Madeira foi dividida em duas capitanias. A capitania do Funchal coube a João Gonçalves Zarco, que ali se fixou com os seus familiares. Com a sua posição geográfica, a existência de um bom porto marítimo e a produtividade dos seus solos, cedo se constituiu um importante núcleo de desenvolvimento da ilha. A designação de Funchal deve-se à existência da planta aromática designada por funcho, que abundava no burgo primitivo e se alargava até à beira-mar.

Recebeu o primeiro foral entre 1452 e 1454, que a elevou a vila e a sede de concelho. Em 1508 é promovida a cidade.
A nível de património arquitetónico, destacam-se alguns edifícios. A Igreja e Mosteiro de Santa Clara, construídos entre 1489 e 1496, em estilo hispano-árabe, a Fortaleza-Palácio São Lourenço, da primeira metade do século XVI, a Sé Catedral, projetada por Pêro Anes a mando do rei D. Manuel I e que tem um dos mais belos tetos de Portugal, feito com a madeira da Ilha, numa mistura de estilos arquitetónicos —, o flamengo, com linhas góticas e caraterísticas do estilo Manuelino. A Sé foi terminada em 1514, ano em que é elevada a bispado. Entre outros marcos arquitetónicos está o palácio do governo regional, a câmara municipal do Funchal, o teatro Baltasar Dias, os museus das Cruzes, Municipal e de Arte Sacra. O Forte do Ilhéu e a Fortaleza do Pico são monumentos históricos que remetem para uma época em que um bom sistema de defesa contra os frequentes ataques de piratas e corsários foi uma necessidade.

Ponta Delgada

Ponta Delgada

A capital administrativa do Arquipélago dos Açores foi elevada a cidade por carta régia datada de 2 de abril de 1546, no reinado de D. João III, sendo a segunda cidade criada em todo o arquipélago dos Açores. Localizada na ilha de São Miguel, Ponta Delgada foi crescendo, tornou-se vila e, posteriormente, cidade. Com mais de cinco séculos de existência, Ponta Delgada é hoje uma referência singular no panorama regional, com uma população de aproximadamente 65.356 habitantes.

 

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